Como a JURIST conduz casos de fraude bancária
Do bloqueio de emergência à ação judicial de ressarcimento — entenda o processo com a JURIST

Neste artigo você vai entender:
- Como a JURIST age nas primeiras horas após a fraude
- O que é feito administrativamente antes da ação judicial
- Quando a ação judicial é proposta
- Honorários em casos de fraude bancária
A resposta imediata
Nos casos de fraude recente (menos de 48 horas), a JURIST age com urgência: orienta o bloqueio imediato das contas e cartões, redige a solicitação de MED (Mecanismo Especial de Devolução do PIX) para o banco, e notifica o banco formalmente dentro do prazo crítico para maximizar as chances de devolução rápida dos valores.
Situacao parecida com a sua?
A JURIST avalia seu caso sem custo e sem compromisso. Analise em ate 24h, por equipe juridica especializada.
A fase administrativa
Antes da ação judicial, o advogado encaminha toda a documentação ao SAC e à Ouvidoria do banco com prazo determinado para resposta. Uma notificação extrajudicial formal do escritório tem mais peso do que a reclamação direta do consumidor — e frequentemente resulta em resolução antes do processo. Se o banco resolver dentro do prazo e de forma satisfatória, a ação não é necessária.
Quando a ação judicial é proposta
Se o banco negar o ressarcimento ou não responder dentro do prazo, a ação judicial é proposta imediatamente. O advogado pede tutela antecipada para suspender negativações, propõe a ação com todos os pedidos (restituição, danos morais, danos materiais), e acompanha todo o processo até o efetivo recebimento.
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Honorários
Para casos de fraude bancária, o modelo é honorário de êxito sobre o valor total obtido (restituição + danos morais + outros). Não há cobrança antecipada. A análise inicial é feita sem custo.
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